sábado, 31 de outubro de 2015

Vegetarianos pelo mundo: Mc Donald´s

Em maio desse ano, a mundialmente famosa rede de fast food Mc Donald´s lançou um sanduíche vegetariano na Itália.

O sanduíche, chamado Mc Veggie, é feito à base de verduras e queijo.

Eu ainda não tive a oportunidade de ir para a Itália e experimentá-lo, mas já acho a iniciativa um grande avanço!

A rede informou que lançou o sanduíche porque o número de vegetarianos na Itália cresceu 140% entre 2012 e 2015, atingindo cerca de 7% da população local.

Aqui no Brasil, segundo o IBOPE, os vegetarianos somam cerca de 8% do total da população (pesquisa de 2012). E em números absolutos, somos uma população muito maior do que a italiana: aqui, já ultrapassamos os 200 milhões de habitantes, enquanto lá eles somam cerca de 60 milhões.

Ei, Mc Donald´s, está esperando o quê pra lançar um Mc Veggie aqui também?


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Almôndegas Soja Mania

Assim que eu me tornei vegetariana, me lancei à aventura de procurar alternativas de produtos no supermercado.

Eu adoro um supermercado: quando vou sozinha, fico horas, vejo os produtos, comparo os preços, conheço lançamentos, faço um verdadeiro tour. Por isso, a idéia de comprar produtos diferentes, para preparar novas receitas, sempre me agradou.
Eu nunca fui do tipo entusiasta da soja, mas achei que poderia ser uma alternativa.

O primeiro produto que eu comprei da Soja Mania foi o hambúrguer: comprei duas caixinhas de uma vez só, uma com sabor ervas finas e o outro, se não me engano, era orégano. Tentei fazer no grill e frito, mas ficaram simplesmente horrorosos, impossíveis de serem comidos. Joguei fora.
  

Um tempo depois, em outro supermercado, eu vi as almôndegas. Adivinha? Não me dei por vencida e resolvi tentar.


Com elas, o mesmo: na primeira vez fiz com óleo, na segunda fiz na air fryer e ficaram... bem, horrorosas! Parece que o preparo delas é grosseiro, nem congeladas e nem cozidas possuem bom aspecto.

Uma vez prontas, apesar de não ter a mínima vontade de experimentá-las, provei: farinhentas, secas, sem gosto, horrorosas. Mais uma vez, joguei no lixo. Detesto jogar alimentos no lixo, mas não tive outra alternativa.

Não gostei nem do hambúrguer e nem das almôndegas. Uma pena, porque há uma carência de produtos desse tipo em supermercados normais. Não entendo porque as grandes marcas de congelados não vendem produtos à base de soja ou o famoso falafel, à base de grão de bico. 

Vejam as fotos:


Eu até queria saber de vocês se já compraram produtos da Soja Mania, como prepararam, o quê acharam... e se conhecem outras marcas que vendem congelados à base de soja!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Vegetarianismo e saúde

Vejam essa interessante matéria publicada em 26/10/2015 na UOL: o risco de desenvolver determinados tipos de câncer aumenta proporcionalmente de acordo com a quantidade de carnes processadas ingeridas.

Bacon e linguiça podem causar câncer, diz OMS

DE SÃO PAULO

26/10/2015 09h49 - Atualizado às 12h23

Linguiças, bacon e outras comidas processadas também podem causar diferentes tipos de câncer, aponta relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde) que deve ser divulgado nesta segunda (26).

A Iarc (International Agency for Research on Cancer), ligada à OMS, avaliou que a carcinogenicidade (capacidade de provocar tumores) está presente no consumo de carne processada e de carne vermelha.

A carne processada se refere à carne que tenha sido transformada através de salga, secagem, fermentação, defumação ou outros processos para melhorar o sabor ou melhorar a preservação, como por exemplo, salsichas, linguiça, bacon, presunto, carne enlatada e carne seca. Vale o mesmo para carne enlatada e molhos preparados à base de carne. Já a carne vermelha entra no alerta da OMS por causa dos cortes de músculo de mamíferos.



Eduardo Anizelli/Folhapress



 Estudo mostra que consumo de bacon pode causar câncer, diz OMS

A agência passa a classificar o bacon e a linguiça como produtos do grupo 1, em que as substâncias podem causar câncer colorretal. Esse grupo inclui o cigarro, o álcool e o amianto, em que há "evidência suficiente" de constituírem fatores ligados à incidência de câncer.

Segundo especialistas, risco de câncer colorretal cresce 18% para indivíduos que ingerem uma porção de 50 gramas de carne processada diariamente. "Para um indivíduo, o risco de desenvolver câncer colorretal devido ao consumo de carne ainda é pequeno, mas este risco aumenta com a quantidade de carne consumida", diz, em nota, o médico Kurt Straif, responsável pela equipe que realizou a pesquisa.

"Tendo em vista o grande número de pessoas que consomem carne processada, o impacto global sobre a incidência de câncer é de importância para a saúde pública", afirma Straif.

Especialistas afirmam ainda que as substâncias adicionadas durante o processamento podem causar câncer. Isso ocorre porque são usados sal e aditivos químicos no presunto, patê e hambúrgueres para mantê-los conservados.

Já a carne vermelha foi classificada como tendo "evidência limitada" em relação à incidência de câncer e foi listada no Grupo 2A, que contém o glifosato –usado nas plantações transgênicas. A Iarc descobriu relação principalmente para câncer colorretal, mas também para câncer de pâncreas e de próstata.

A inclusão desses alimentos foi realizada após uma profunda revisão da literatura científica realizada por 22 especialistas de 10 países. O grupo de pesquisa da Iarc analisou mais de 800 estudos que investigam associações de mais de uma dúzia de tipos de câncer com o consumo de carne processada ou de carne vermelha. A evidência mais influente veio de grandes estudos realizados ao longo dos últimos 20 anos.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Maoz

O Maoz é um restaurante vegetariano de uma rede internacional, com uma única unidade no Brasil até o momento, na Rua Augusta, em São Paulo.

Por ser uma franquia, creio que quem já tenha ido ao Maoz no exterior não sinta nenhuma diferença no Maoz aqui (inclusive, procurei na internet e vi fotos das lojas do exterior, extremamente semelhantes com a loja e os alimentos daqui).

Bom, o quê o Maoz oferece?

Falafel (aiai, amoooo falafel), saladas, molhinho de acompanhamento e batatas assadas, além de sucos e algumas opções de sobremesas veganas.

O falafel, pra quem não sabe, é um bolinho de grão de bico muito comum no Oriente Médio, é uma espécie de hambúrguer deles. Acho uma opção super versátil (e simplesmente deliciosa).
 
 

Quanto aos bolinhos de falafel do Maoz, nota 10.

Eles podem ser servidos de duas formas: em uma bandejinha plástica, onde vêm os três bolinhos e o restante você preenche no buffet de saladas ou dentro de um pão pita (uma espécie de pão sírio) que você também pode preencher à vontade no buffet de saladas.
 
 
 



As duas opções são legais, mas dentro do pão fica mais difícil de comer.

À parte, você pode pedir suco (dois sabores), batata belga assada e molhos de acompanhamentos: coalhada, hommus e babaganoush (ou falafel extra). Apesar dos acompanhamentos serem gostosos (vem num copinho de café à parte), no buffet de saladas existem algumas opções de molhos, dentre as quais o molho de Tahine, que eu gosto muito.

O sistema é assim: você entra na fila, paga, pega o seu pedido, complementa com as saladas do buffet, leva a sua bandeja para a mesa, come e depois joga o seu lixo fora e coloca a bandeja na pilha para ser lavada. Self-service total. O ambiente é simples e bem agradável. Eu gosto. É uma excelente opção para os dias de calor, em que se quer uma opção mais leve.

Os valores são interessantes, tanto dos combos quanto dos acompanhamentos. Pode-se comer bem gastando entre R$ 20,00 e R$ 25,00 (e pra quem for pedir o combo falafel (falafel no pão pita + batatas belgas + suco) já aviso que o Combo Júnior é super bem servido!

A única observação que eu tenho é que as saladas são sempre iguais e não me parecem muito “abrasileiradas”. Quando eu olho aqueles ingredientes, penso logo “a salada é a mesma no mundo todo”. Segue um padrão internacional. Incluem tomate, repolho, cenoura, beterraba, azeitonas, picles e cuscuz marroquino. Todos os ingredientes possuem um gosto bem marcante. Creio que se as saladas fossem variadas, poderíamos freqüentar o local mais vezes. Eu pelo menos não costumo ir ao Maoz em dias seguidos, justamente porque a salada não muda.

Excelente opção para os dias quentes e pra quem pensa que bolinho com salada não sustenta... ah, sustenta!

Minha avaliação: 8
Tipo de restaurante: Vegetariano
Endereço: Rua Augusta, 1523 – Cerqueira César – São Paulo/SP
Site: maoz.com.br/
Valor médio por pessoa com bebida incluída: 25,00
Obs: aceita cartões

 
Você já frequentou esse estabelecimento? Comente!

 

domingo, 25 de outubro de 2015

Dia Nacional do Macarrão

Estamos acostumados a pensar em macarrão e lembrar da Itália, correto?

Mas o macarrão inicialmente surgiu na China! Pois é! Dizem que foi Marco Pólo que trouxe o macarrão da China para o Ocidente, mas no Brasil, a receita chegou através dos imigrantes italianos.

Barato, versátil e nutritivo, o macarrão ou “pasta” conquistou a todos com as suas inúmeras variações: massas frescas ou secas, simples ou coloridas, com diversas opções de formatos, molhos e recheios... é sucesso nacional!
 
 

Por isso, um dia só pra ele!         

Eu sou suspeita para falar, porque sou uma grande fã! Como descendente de italianos, não dispenso uma boa massa! E para quem é vegetariano, costuma ser uma excelente alternativa.

Para os veganos, há algumas marcas de macarrões sem ovos!

Aguardem receitas!

sábado, 24 de outubro de 2015

Raclete

Raclete é um prato de origem suíça cujos principais ingredientes são o queijo e a batata. Talvez pela sua origem, parece ter um ar sofisticado: pouca gente conhece e quem ouve falar pensa que é algo muito chique ou complicado.

O termo “raclete” significa “raspar”, porque ao colocar o queijo para derreter na racleteira, você “raspa” com uma espátula depois para levá-lo ao prato com os demais ingredientes escolhidos.

Tradicionalmente o prato é feito com o queijo raclete, que, ao que parece, derrete muito bem.

Entretanto, aqui no Brasil eu nunca vi esse queijo (deve ser vendido em casas especializadas, mas nos supermercados eu não encontrei). Mas isso definitivamente não é um problema: qualquer queijo que derreta bem pode ser usado (e eu uso até o gorgonzola, que não derrete tão bem assim).

Na verdade, a única coisa que você vai precisar é uma racleteira, para manter quentes as batatas e derreter os queijos.

Tudo depende dos acompanhamentos, que podem ser desde os mais simples até os mais caros (eu já fiz em casa com umas batatas que estavam sobrando na geladeira e fatias de mussarela e queijo prato mesmo, ingredientes do dia a dia).

Para os vegetarianos (ou para quem vai receber um vegetariano em casa), é uma excelente opção.

Como acompanhamentos eu sugiro pão (eu prefiro o pão português, mas pode ser qualquer um), queijos variados que derretam bem, molhinhos comprados prontos ou preparados em casa (eu adoro o molho de alcaparras, qualquer hora posto a receita por aqui), vegetais grelhados (sempre faço berinjelas e abobrinhas), mini cebolas caramelizadas...

Também adoro cebola cortadinha bem fininha, frita, com um toque de molho shoyu e amoooo raclete com requeijão!

Ingredientes

  • Batatas (quantidade de acordo com o número de pessoas)
  • Queijos variados, que derretam bem
  • Vegetais grelhados
  • Pão (sugiro o pão português, mas pode ser qualquer um)
  • Molhinhos variados
OBS: veganos podem adaptar a receita usando queijos à base de soja.



Modo de Preparo

  1. Lave as batatas e as coloque para cozinhar na panela de pressão por tempo suficiente para que fiquem macias, porém consistentes (eu calculo cerca de dez minutos após a panela começar a apitar);
  2. Separe as batatas cozidas em um refratário. Se quiser, embrulhe-as em papel alumínio para que mantenham o calor;
  3. Disponha os ingredientes diversos que acompanharão o prato;
  4. Ligue a racleteira, distribua uma pazinha para cada pessoa e é só começar!
 
 
 
 

Terráqueos

Eu já tinha lido sobre o filme e até comentado com uma amiga minha, também vegetariana, sobre ele. Eu estava ao mesmo tempo curiosa e cheia de expectativas sobre esse documentário.

As expectativas costumam ser traiçoeiras: quanto mais expectativas alimentamos a respeito de alguma coisa, tanto menos elas se concretizam.

Mas não nesse caso. O documentário superou (e muito!) as minhas expectativas.

Explico:

Em primeiro lugar, a construção do argumento: ao longo de todo o filme animais e seres humanos são colocados no mesmo patamar de habitantes desse planeta, tendo, portando, os mesmos direitos à existência e ao respeito.

Em segundo lugar, por sua ampla abordagem: se engana quem pensa que o filme aborda apenas o consumo da carne. Ele está dividido em cinco partes e (sim!), fala até dos seus fofinhos animais de estimação. Começa pelos animais de estimação, segue pelo consumo de carne, avança sobre o uso dos animais para a fabricação de roupas, aborda a questão dos animais para divertimentos e encerra com o uso de animais para supostos testes e experimentos científicos.

Em todas essas situações, o homem não apenas utiliza os produtos de origem animal para os seus próprios fins como, cruelmente, dispõe dos animais para o seu bel prazer.

Podemos observar que os animais não apenas morrem em situações degradantes e torturantes: eles vivem (se é que podemos chamar isso de vida) em situações calamitosas: engaiolados, sobrepostos, em locais sem condições de higiene, as fêmeas permanentemente prenhas, todos tomando hormônios para engordarem, se fortificarem, se reproduzirem... todos presos, amedrontados, violentados e mal tratados. Todos absolutamente subjugados aos caprichos humanos. Todos mortos de formas doloridas, muitas vezes morosas e sempre absolutamente cruéis (veja no filme o mito da carne Kosher).

Mas, independente de tudo isso, onde o documentário mais acerta, a meu ver, é nas imagens: durante todo o período (96min) todos os argumentos são ilustrados com imagens, do mundo todo: dos animais de estimação, os oceanos, o abate, a eutanásia, as aves, as touradas. Não são poupados nem os carismáticos golfinhos. Para quem engrossa o time do “ver pra crer” ou “uma imagem vale mais do que mil palavras”, pois bem: o documentário está repleto delas, todas absolutamente chocantes.

Pensei nos trabalhadores dos abatedouros, mundo afora. Eu jamais conseguiria trabalhar nisso, porque não agüento o cheiro da carne dos açougues e nem a visão das bandejinhas de carne dos supermercados.

Pensei nos humanos que precisam lidar com todo esse horror e que, muitas vezes, como aparece no filme, parecem estar absolutamente à vontade nesse papel.

Daí, duas frases do filme:

“Se tivéssemos que produzir a nossa própria carne, seríamos todos vegetarianos”.

E, decorrente da famosa frase do Paul McCartney “Se os matadouros tivessem paredes de vidro, todos seriam vegetarianos”:

“A arquitetura dos abatedouros é opaca, projetada para fins de negação”.

Comentei com uma amiga sobre o documentário, dizendo assim “é impossível assistir esse filme e continuar comendo carne” e ela “por isso que eu não assisto”.

Quem não quiser, não precisa assistir. São realmente poucos os quê suportam as verdades.
 
 

quinta-feira, 22 de outubro de 2015


"Enquanto o homem continuar a ser o destruidor dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor."

 
Pitágoras

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Burger King



Todo vegetariano que freqüenta shoppings já sabe: metade ou mais dos estabelecimentos das praças de alimentação não possuem opções vegetarianas.

As lanchonetes de rede, tipo fast food, nem pensar!

Creio eu que a maioria dos vegetarianos (não todos, obviamente) acabam se preocupando um pouco mais com a qualidade dos alimentos que ingerem. Mas isso definitivamente não significa comer só alface! Além dos grãos, legumes e frutas, algumas vezes cai muito bem uma pizza, massa ou sanduíche!

No hall das redes de fast food, aqui no Brasil, quem saiu na frente foi o Burger King!

O seu mais recente lançamento é o Veggie Burger, feito com massa de batata e champignon e recheio de shitake, shimeji e queijo.

Quando soube, eu fiquei bem curiosa e fui logo conhecer! A expectativa de comer um hambúrguer vegetariano era grande.

Na minha opinião, a rede acertou em vários aspectos: na perspicácia de identificar a carência de opções para esse público e na criatividade e sabor da receita.

Fugiram do óbvio (soja e legumes) e acertaram no sabor!

Eu curti! Gostei do sabor e da consistência, bem macia!

E você, já provou?

Veggie Burger
 
O hambúrguer é macio, saboroso e diferente!

Minha avaliação: 9
Tipo de restaurante: Fast food
Endereço: diversos
Site: www.burgerking.com.br
Valor médio por pessoa com bebida incluída: A partir de R$ 21,90

Obs: aceita cartões



Você já frequentou esse estabelecimento? Comente!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

IMPROVISO – Miojo

Seja por falta de tempo, por preguiça, por não estarmos com a geladeira totalmente abastecida... o fato é que às vezes, precisamos improvisar na cozinha!

Creio eu que o campeão mundial de improviso culinário seja o famoso... macarrão instantâneo, mais conhecido como miojo!

Um dos meus preferidos é esse aí de baixo: tomates, queijo branco picadinho e orégano!!!




 

Qual a sua receita?

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Indique!



Você conhece algum estabelecimento que tem poucas ou nenhuma opção vegetariana?

Pode ser um restaurante por quilo, cantina, lanchonete... qualquer estabelecimento onde você gostaria de encontrar mais opções vegetarianas.

Comente conosco qual o estabelecimento, qual o cardápio atual e quais opções vegetarianas você sugere.

Encaminharemos um e-mail com as sugestões e caso o estabelecimento as inclua no cardápio, informaremos aqui!

Muitas vezes o estabelecimento nunca teve um feedback sobre o seu cardápio. Com as sugestões, pode mudar e conquistar novos clientes.

Envie e-mail para vegetarianaeagora@gmail.com informando:

Nome do estabelecimento:
Endereço completo:
E-mail do estabelecimento:
Site (se houver):

Seu nome:
Seu e-mail:

Vamos juntos conquistar mais opções de estabelecimentos com cardápio vegetariano!

domingo, 18 de outubro de 2015

Pão de queijo na air fryer


De vez em quando a gente quer um lanche, um petisco, algo para comer com café... e, na minha opinião, nessas horas, nada melhor do que um delicioso pão de queijo! Hummm!

Eu amooooo pão de queijo, mas há muito tempo não fazia em casa (receitas de fazer em casa mesmo nunca fiz, quero dizer pães de queijo congelados). Independente da marca, fazendo no forno sempre foi uma coisa meio difícil de acertar o ponto: ou ficavam solados, ou molengas, ou queimados... mas raramente gostosos.

Até que eu comprei a air fryer! Esperei um tempão, em dúvida (pelo preço e pelo espaço que ocupa na cozinha). Li comentários de pessoas que haviam comprado, procurei informações sobre as marcas, conversei com as minhas amigas e decidi: sim, a air fryer seria útil!
 
 

Eu nunca fui muito de fazer frituras em casa, mais pela sujeira e pelo cheiro do que pela saúde até. Então eu pensava se a air fryer teria mesmo utilidade ou seria mais um daqueles eletrodomésticos que a gente compra e, antes de pagar a última prestação, já doamos para alguém ou encostamos em algum canto.

Na hora de decidir, pensei em especial nos meus kibes Goshen, que têm sido um grande “coringa” lá em casa. Fritos, eles davam mais trabalho, ficavam menos saudáveis, faziam mais sujeira e deixavam cheiro de gordura. Assados, no forno, não pareciam assar por igual e não ficavam tão saborosos. Assim, a air fryer me parecia uma excelente solução e foi mesmo.

Até que eu decidi testar o pão de queijo tradicional (sobre o pão de queijo vegano, farei um post no futuro...).

No modelo da minha panela, aparecem algumas opções de alimentos com o tempo e a temperatura indicados para o seu preparo. Para o pão de queijo, aparece temperatura de 180ºC e tempo de 5 a 8 minutos.

Primeiramente, coloquei a panela para aquecer por cinco minutos, conforme a recomendação do manual de instruções. A seguir, abri o pacotinho de pães de queijo congelados e coloquei todo o conteúdo na cesta. Então coloquei a temperatura de 180ºC e o tempo de 8 minutos, conforme o recomendado.

Mas ao final desse período, os pães de queijo estavam pálidos e molengas.

Assim, aumentei a temperatura para 200ºC e coloquei mais cinco minutos. Ainda assim, ao final desse tempo, os pães pareciam estar crus.

Então eu coloquei novamente mais cinco minutos, mas a temperatura de 180ºC novamente!

E eis que eles ficaram dourados, macios e consistentes! Deliciosos!
 
 

Assim, aconselho para quem for fazer pães de queijo pela primeira vez na air fryer colocar a temperatura de 180ºC e dez minutos (após aquecimento).

Caso ao final desse período achar que os pães de queijo ainda estão pálidos ou crus, colocar mais cinco minutinhos!

Dica fácil, prática, econômica e deliciosa de lanche!

sábado, 17 de outubro de 2015

Vai um vegetariano aí?



Você tem um restaurante e quer sugestões para incluir opções vegetarianas em seu cardápio?

Entre em contato conosco através do e-mail vegetarianaeagora@gmail.com que nós podemos lhe ajudar!

Por favor, informe em seu e-mail:

Nome do restaurante:
Endereço completo:
Tipo de cozinha: (chinesa, italiana, espanhola, pratos rápidos, lanches, etc.)

Se possível, envie o seu cardápio atual, para que possamos indicar sugestões de pratos que se harmonizem com o perfil do seu estabelecimento.

Ficaremos contentes em poder colaborar!

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Dia Mundial da Alimentação


Você sabia que hoje é o Dia Mundial da Alimentação?

A data é comemorada desde 1981 em mais de 150 países.

Nessa data ocorreu a fundação da FAO (Food and Agriculture Organization), organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura.

Aproveitando a data, podemos refletir sobre o quê estamos comendo e quais os impactos da alimentação na nossa saúde.

Se você é vegetariano, está tendo uma dieta variada e rica em nutrientes?

Se ainda não é vegetariano, já pensou sobre os malefícios da carne em seu organismo?

E a reflexão que, a meu ver, é a mais importante:

Quando conseguiremos comemorar essa data SEM FOME?

Quando todos os habitantes do planeta terão acesso à alimentação?

Para quem não sabe, o vegetarianismo é uma importante estratégia de combate à fome, uma vez que os grãos são utilizados de forma mais eficiente quando consumidos diretamente por seres humanos ao invés de serem utilizados primeiramente para alimentar o gado que, a seguir, poderão servir de alimento aos seres humanos.

A maior parte dos grãos cultivados no mundo é utilizada para engordar o gado, isso sem contar na quantidade de água (recurso também bastante escasso, como todos sabemos!) e extensão de solo ocupada pela pecuária.

Para que se tenha idéia, mais da metade da água potável do mundo é utilizada na pecuária (que utiliza cerca de dez vezes mais água do que a agricultura).

Assim temos que o vegetarianismo, além de uma opção individual, é também uma opção pelo coletivo.

Menos pecuária é igual a:

- Menos sofrimento animal;
- Menos danos ao solo;
- Maior extensão de terras para a agricultura;
- Menor consumo de água;
- Menor consumo de grãos;
- Menor impacto ambiental como um todo;
- Maior produção de alimentos e conseqüentemente, MENOR FOME NO MUNDO.
 
Para quem quiser mais números ou informações, tem um artigo ótimo no site da ONCA: http://www.onca.net.br/textos-e-publicacoes/textos/textos-onca/producao-animal-e-impacto-ambiental/

O DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO AO LONGO DOS ANOS...

  • 1981: A comida vem primeiro
  • 1982: A comida vem primeiro
  • 1983: Segurança alimentar
  • 1984: Mulheres na agricultura
  • 1985: Pobreza rural
  • 1986: Pescadores e comunidades piscatórias
  • 1987: Pequenos produtores agrícolas
  • 1988: Juvente rural
  • 1989: Comida e ambiente
  • 1990: A comida e o futuro
  • 1991: árvores para vida
  • 1992: Comida e nutrição
  • 1993: Colheita da diversidade natural
  • 1994: Água para a vida
  • 1995: Comida para todos
  • 1996: Lutar contra a fome e sub nutrição
  • 1997: Investir na segurança alimentar
  • 1998: As mulheres alimentam o mundo
  • 1999: Juventude contra a fome
  • 2000: Um milênio sem fome
  • 2001: Combater a fome para reduzir a pobreza
  • 2002: Água: fonte de segurança alimentar
  • 2003: Trabalhar em conjunto por uma aliança internacional contra a fome
  • 2004: Biodiversidade para a segurança alimentar
  • 2005: Agricultura e diálogo inter cultural
  • 2006: Investindo na agricultura para a segurança alimentar
  • 2007: O direito à comida
  • 2008: Segurança alimentar mundial: os desafios das mudanças climáticas e os biocombustíveis
  • 2009: Atingir segurança alimentar em tempos de crise
  • 2010: Unidos contra a fome
  • 2011: Os preços dos alimentos - da crise à estabilidade
  • 2012: Cooperativas agrícolas – a chave para alimentar o mundo
  • 2013: Sistemas sustentáveis agrícolas para segurança alimentar e nutricional
  • 2014: Quintas familiares: alimentar o mundo, tratar da Terra
  • 2015: Proteção social e agricultura: quebrando o ciclo da pobreza rural